Alamedas e avenidas
podem levar-nos
ao bonito, ao lindo, ao venusto.
Vias e estradas
podem conduzir-nos
ao belo.
Só por caminhos e atalhos
atingiremos
o sublime.
Queria optar pelo CAMINHO:

renunciei às AVENIDAS,

e fiquei-me pela estrada.

O bonito era fácil demais, o sublime, difícil demais:
salve-se, pelo menos, a beleza.
A essa, nem por nada quero renunciar.








